Há uns tempos atrás estava a ler uma das novelas gráficas mais bem recebidas dos anos 90, "The Sandman", que são basicamente histórias sobre o Deus Do Sono que vive num mundo feito a partir dos sonhos de todos os seres vivos e as relações que ele tem com os sonhadores desde que o Universo foi criado. E a meio do livro aparecia a personagem de Rose Walker, uma miúda insensível e ao mesmo tempo muito atormentada duma forma algo dramática, que dizia coisas bastante irritantes:
“Have you ever been in love? Horrible isn't it? It makes you so vulnerable. It opens your chest and it opens up your heart and it means that someone can get inside you and mess you up. You build up all these defenses, you build up a whole suit of armor, so that nothing can hurt you, then one stupid person, no different from any other stupid person, wanders into your stupid life...You give them a piece of you. They didn't ask for it. They did something dumb one day, like kiss you or smile at you, and then your life isn't your own anymore. Love takes hostages. It gets inside you. It eats you out and leaves you crying in the darkness, so simple a phrase like 'maybe we should be just friends' turns into a glass splinter working its way into your heart. It hurts. Not just in the imagination. Not just in the mind. It's a soul-hurt, a real gets-inside-you-and-rips-you-apart pain. I hate love.”
Na ficção quando encontramos personagens destas, a primeira coisa que desejamos é torcer para que lhe caia um piano em cima e deixe de atrapalhar o ritmo da narrativa. Mas o que fazes verdadeiramente quando encontras uma pessoa destas na realidade, hmm?
Diz-me.... porque eu não tenho a puta da menor ideia...


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